Descobre as 7 tendências! O que é que as pessoas querem e valorizam?

A Accenture revela no seu estudo Fjord Trends 2019 que as pessoas e as organizações estão a refletir sobre o que realmente pretendem, como resultado da explosão de desordem digital consequente de duas décadas de acelerado crescimento tecnológico e de inovação. Este relatório é uma previsão anual sobre o futuro dos negócios, da tecnologia e do design, que analisa o que as pessoas querem e valorizam e introduz um novo paradigma no design, colocando o valor humano novamente no centro da inovação.

Foco naquilo que realmente valorizamos

Anos de investimento em inovação deixaram os clientes inundados e sobrecarregados, em consequência das constantes exigências de tempo e atenção. Se antes ansiávamos novidade, excitação e gratificação instantânea, o que agora desejamos é maior tranquilidade e sentido de vida num mundo ruidoso. Pessoas e organizações refletem sobre o que realmente valorizam, rejeitando produtos e serviços que não atendem às suas necessidades – na verdade, mudando a natureza das nossas relações com a tecnologia e as marcas.

Esta mudança de mentalidade tem grandes implicações e cria enormes oportunidades para as organizações inovarem na experiência de cliente, segundo o relatório. É tempo de fazer um balanço e repensar produtos, serviços e experiências que as pessoas realmente querem e valorizam.

Sete tendências que moldam a próxima geração

O relatório das Fjord Trends 2019 analisa sete tendências que devem moldar a experiência da próxima geração e disponibiliza conselhos práticos para as organizações se prepararem para as oportunidades futuras:

  1. Silence is gold: O sentimento de sobrecarga tornou-se um problema de saúde. Ao abraçar um design consciente, as marcas precisam encontrar formas de chegar aos seus consumidores que anseiam tranquilidade, num mundo ruidoso.
  2. The last straw?: Chega de conversa. As pessoas esperam que os produtos e serviços tenham uma estratégia de sustentabilidade e vão rejeitar aqueles que não a incorporem na sua missão.
  3. Data minimalism: Pessoas e organizações discordam sobre o valor dos dados pessoais. Será a transparência a chave para colmatar a lacuna?
  4. Ahead of the curb: De scooters elétricas a drones, a mobilidade urbana tornou as cidades no vale tudo. É hora de combater a desordem com ecossistemas unificados que atendam às necessidades em tempo real.
  5. The inclusivity paradox: 2019 tem sido um ano de alerta para a necessidade de ouvir diversas vozes. Mas como podemos comunicar para todos sem, inadvertidamente, excluir outros? As organizações devem ajustar o seu mindset para atender à procura por uma verdadeira inclusão.
  6. Space odyssey: Espaços de trabalho e retalho precisam de uma reforma digital. Está na hora de repensar as nossas abordagens e ferramentas para redesenhar espaços.
  7. Synthetic realities: Vivemos num mundo novo, no qual a realidade é produzida e sintética. A troca de rosto e a simulação de voz criam novas realidades mais verossímeis, que as empresas precisam de descobrir como capitalizar – e como gerir os seus riscos.
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