Pokémon Go divide internautas nas redes sociais

Estudo realizado na última semana revela que 45% dos comentários são negativos e que 41% das referências têm conotação positiva

A febre do Pokémon Go já invadiu as redes sociais, mas está a dividir os internautas. Um estudo realizado pela E.Life – empresa de Inteligência de Mercado e Gestão de Relacionamento nas Redes Sociais – na última semana, de 11 a 19 de julho, a uma amostra de 23 mil tweets, revela que, 45 por cento das referências têm uma conotação negativa. Os comentários positivos surgem logo em segundo lugar, com um total de 41 por cento das menções, enquanto os neutros se situam nos 14 por cento.

Realizada no Twitter, a comentários feitos exclusivamente em língua portuguesa, a análise demonstra que, a nível nacional, foram registados aproximadamente 2.000 menções (nove por cento da amostra total). No que diz respeito a estes nove por cento, as reações negativas superam as positivas, com valores a rondar os 46 e 40 por cento, respetivamente. A percentagem de internautas que falam sobre o assunto, mas que mantêm uma postura neutra, situa-se nos 15 por cento.

Os termos “jogo”, “jogar” e “vídeo” são alguns dos mais mencionados nos tweets realizados, referências que assumem maioritariamente uma conotação negativa. “Só vejo pessoas a jogar Pokémon Go” é um dos comentários mais frequentes. Destaque, ainda, para os utilizadores que admitem que criticavam o jogo, mas que, depois de o terem descarregado, ficaram viciadas. Alguns internautas questionam, ainda, se serão a única pessoa a não jogar Pokémon Go.

Internautas brasileiros “desesperam” para jogar Pokémon Go

O estudo demonstra, ainda, que os utilizadores brasileiros têm usado, na última semana, as redes para expressar o seu descontentamento pelo facto de não poderem descarregar o jogo. No total, 22 por cento dos tweets registados referem o termo “Brasil”, um dos países que ficou de fora dos primeiros lançamentos. A decisão tem levado os internautas ao desespero, que chegam mesmo a implorar para que o jogo chegue rapidamente ao mercado brasileiro. “Não aguento ver estes vídeos do Pokémon Go e não poder jogar” e “Só quero o Pokémon Go no Brasil rápido” são apenas dois dos comentários recolhidos nos últimos sete dias. Refira-se que o estudo foi efetuado com recurso ao Buzzmonitor, plataforma da E.Life para monitorização e análise de social media.

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